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É a mais jovem negra deputada federal (PT/ MG), eleita em 2022, e faz parte da nova geração de lideranças políticas que ocupa a Câmara Federal em uma legislatura com a maior diversidade de raça e gênero da história. Cotista tanto na graduação quanto na pós, é formada em pedagoga pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e mestra em educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A parlamentar tem uma trajetória como ativista social ligada à luta em defesa das mulheres, da negritude, do povo que vive nas periferias e da comunidade LGBTQIA+. Dandara iniciou a sua militância participando da luta contra o aumento da passagem em sua cidade natal e participou ativamente do movimento estudantil. É ex-vereadora de Uberlândia, a mais votada da cidade nas eleições de 2018. Foi eleita deputada federal com 86.034 votos e é a quarta mais bem votada do Estado de Minas Gerais. Seu primeiro projeto de lei prevê a criação de um protocolo para proteger as mulheres em casos de violência sexual em locais de entretenimento, inspirado no “No Callem”, protocolo existente em Barcelona (ES). A deputada também é autora dos projetos que visam criar um valor adicional de 50% do valor da bolsa estudantil para estudantes mães solo e para criminalizar a misoginia como hoje já acontece com o racismo, a homofobia e a transfobia.
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