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Autor: Rodrigo Ednilson de Jesus Autora: Rosana da Silva Pereira Autor: Wesley Vaz Oliveira Nilma Lino Gomes é uma das intelectuais mais importantes do Brasil na atualidade. Nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais, ela é pedagoga, professora e gestora. Começou sua carreira profissional em 1984, atuando em escolas da Rede Municipal de Belo Horizonte. Em 1995, iniciou sua trajetória acadêmica como professora na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde, em 2019, se tornou professora emérita. Durante sua carreira, Nilma contribuiu com obras essenciais para a compreensão das relações étnico-raciais no Brasil. Seus livros incluem "A mulher negra que vi de perto: o processo de construção da identidade racial de professoras negras" (2003), "Sem perder a raiz: corpo e cabelo como símbolos da identidade negra" (2008 e 2019) e "O Movimento Negro Educador: saberes construídos nas lutas por emancipação" (2017). Ela também escreveu livros infantojuvenis como "Betina" (2009) e "O menino coração de Tambor" (2013), além de organizar obras importantes, como "Experiências étnico-culturais para a formação de professores" (2003), "O negro no Brasil de hoje" (2006) e "Afirmando direitos: acesso e permanência de jovens negros na universidade" (2007). Filha de Maria da Glória Lino Gomes e João Jarbas Gomes (in memoriam), Nilma se formou em Pedagogia em 1988 e obteve o mestrado em Educação em 1994, ambos pela UFMG. Em 2002, obteve o doutorado em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com orientação do antropólogo Kabengele Munanga. Sua pesquisa foi uma etnografia realizada em salões étnicos de Belo Horizonte. Em 2006, realizou estágio pós-doutoral em Sociologia na Universidade de Coimbra, Portugal. Foi nesse período que escreveu seu livro fundamental "O Movimento Negro Educador: Saberes construídos nas lutas por emancipação", no qual desenvolveu a ideia de que o movimento negro tem desempenhado um papel crucial na educação da sociedade brasileira sobre as relações raciais. Nilma foi uma das fundadoras, em 1991, do Grupo Interdisciplinar de Estudos Afro-Brasileiros (GIEAB) da UFMG. Em 2002, criou o Programa Ações Afirmativas na mesma universidade, e, nos anos seguintes, ajudou a elaborar as políticas afirmativas da instituição. Sua contribuição acadêmica e política a tornou uma referência na universidade e em todo o Brasil. Ela também fez história ao se tornar a primeira mulher negra a ocupar o cargo de reitora de uma universidade federal brasileira. Entre 2013 e 2014, foi reitora pró-tempore da Universidade da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). Em 2015, assumiu o cargo de Ministra-chefe da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e, posteriormente, o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, onde permaneceu até 2016. Atualmente, Nilma Lino Gomes continua sua importante trajetória acadêmica e política, formando novos pesquisadores no mestrado e doutorado em Educação. Definindo-se como uma intelectual engajada, ela segue sendo uma figura central na formulação de políticas afirmativas e no ativismo pela igualdade racial.
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