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	<title>Movimento Rorameira (Roraima) - Histórico de revisão</title>
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	<updated>2026-05-17T07:25:46Z</updated>
	<subtitle>Histórico de revisões para esta página neste wiki</subtitle>
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		<id>https://diaspedia.org/index.php?title=Movimento_Rorameira_(Roraima)&amp;diff=394&amp;oldid=prev</id>
		<title>Carolina Melo: inserção de mapa</title>
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		<updated>2025-11-10T14:23:36Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;inserção de mapa&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Edição anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Edição das 10h23min de 10 de novembro de 2025&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot; id=&quot;mw-diff-left-l1&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;
&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-lineno&quot;&gt;Linha 1:&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;[[Arquivo:Roraima in Brazil.svg.png|miniaturadaimagem|Mapa do Brasil com Roraima em destaque]]&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-deleted&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;+&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #a3d3ff; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;ins style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;== Composição da População Não-Branca do Estado ==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;== Composição da População Não-Branca do Estado ==&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;População Total: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;636.707&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; pessoas&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;População Total: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;636.707&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; pessoas&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Carolina Melo</name></author>
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		<id>https://diaspedia.org/index.php?title=Movimento_Rorameira_(Roraima)&amp;diff=393&amp;oldid=prev</id>
		<title>Carolina Melo: inserção de texto</title>
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		<updated>2025-11-10T14:22:35Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;inserção de texto&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;== Composição da População Não-Branca do Estado ==&lt;br /&gt;
População Total: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;636.707&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
População Parda: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;57,25%&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; da população&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
População Preta: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;7,73%&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; da população&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
População Quilombola: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Não há&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; pessoas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
População Indígena: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;97.668 pessoas&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: IBGE 2022&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento Rorameira ==&lt;br /&gt;
A constituição de Roraima como estado da federação, em 1988, representa um marco recente na história político-administrativa do extremo norte do Brasil. Contudo, essa formalização não eclipsa o denso e complexo histórico de ocupação e disputas territoriais que antecederam e moldaram o antigo território federal. Sua localização estratégica na tríplice fronteira com a Venezuela e a Guiana suscitou, ao longo dos séculos, não apenas a demarcação conflituosa de limites, mas também inúmeras tentativas de colonização por potências e grupos diversos – historicamente mencionando-se ingleses, neozelandeses, espanhóis e italianos, por exemplo. Tais incursões, frequentemente pautadas por interesses extrativistas e geopolíticos, culminaram, por consequência direta ou indireta, em processos de violência e massacres que impactaram de forma desproporcional as populações originárias e as comunidades locais. Apesar de sua recente emancipação política, o território carrega, portanto, uma história rica, marcada pela sobreposição de narrativas e pelo encontro (muitas vezes forçado) de diversas culturas e povos. O foco desta análise, contudo, será direcionado à história recente e à gênese do Movimento Rorameira, considerando esse substrato histórico-geográfico como pano de fundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1943, o presidente Getúlio Vargas cria cinco territórios nacionais com o intuito de desmembrar o Amazonas: Guaporé (atual Rondônia), Amapá, Ponta Porã (extinto), Iguassu (extinto) e o Território Rio Branco (atual Roraima). Com os novos territórios, criou-se a Divisão de Produção, Terra e Colonização (DPTC) que, como o nome sugere, tinha como intuito “desbravar” e colonizar a região conhecida pela densidade da floresta amazônica. Nesse mesmo período foram criadas as primeiras colônias agrícolas que fizeram crescer a migração para a região, sobretudo de maranhenses para quem foram prometidas terras, passagem, hospedagem, ferramentas e dinheiro mensal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já na década de 1960, o Território do Rio Branco passa a denominar-se Território de Roraima. Entre a década de 1960 e 1970, durante a ditadura cívico-militar (1964-1985), os militares ampliaram sua atuação no “desenvolvimento” na região. Mas, na verdade, a ditadura militar trouxe fome, miséria, doença e morte de milhares de indígenas Yanomami em Roraima, um grupo que até hoje sofre com a cicatriz aberta da colonização e da ditadura. Nesse período, terras indígenas foram tomadas para a ampliação da fronteira agrícola e exploração mineral e de energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1980, ainda com a tentativa de exploração da região, fora descoberto que o estado possuía enorme quantitativo de ouro, o que intensificou mais o roubo das terras indígenas: entre 1987 e 1991, foram construídas oito pistas clandestinas no território Yanomami para facilitar o transporte do metal. O ouro também foi um atrativo para pessoas de diferentes regiões que buscavam melhorar de vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todavia, assim como em todo o Brasil, os anos 1980 demarcaram a intensificação da luta contra a ditadura, bem como uma tentativa de se pensar que país que se almejava depois de tanto tempo de violência, boicote à cultura e morte. Sem sombra de dúvidas, a arte e, em especial, a música foi uma das ferramentas mais importantes de contestação e tentativa de se pensar o futuro da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1984, ocorre o 2º Festival de Música de Roraima e o artista, cantor e compositor Zeca Preto lança a música “Roraimeira” que ganha o segundo lugar na competição. No mês seguinte, ele, Eliakin Rufino e Neuber Uchôa se apresentam no Teatro Amazonas com o nome Trio Rorameira, demarcando o início de um movimento que já tinha a semente plantada no solo do estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta era mostrar para a população local e de fora que o estado era mais que os buracos e barulhos causados pelo garimpo. Veja a letra a seguir: &amp;lt;blockquote&amp;gt;Te achei na grande América do sul&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quero atos que me falem só de ti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em tua forma bela e selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre os dedos o teu barro o teu chão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E em tuas férteis terras enraizar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A semente do poeta Eliakin&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos seus versos inerentes ao amor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aves ruflam num arribe musical, musical&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os teus seios grandes serras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grandes lagos são os teus olhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tua boca dourada, Tepequém, Suapi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terra do Caracaranã, do caju, seriguela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do buriti, do caxiri, Bem- Querer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos arraiais, do meu HI-FI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da morena bonita do aroma de patchully&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da morena bonita do aroma de patchully&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teu importante rio chamado branco&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem preconceito, de um negro ele aflui&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
És Alice neste país tropical&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De um cruzeiro norteando as estrelas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Norte forte macuxi Roraimeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da coragem, raça, força garimpeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cunhantã roceira, tão faceira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diamante ouro, amo-te poeira, poeira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os teus seios grandes serras&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Grandes lagos são os teus olhos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tua boca dourada, Tepequém, Suapi&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terra do Caracaranã, do caju, seriguela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do buriti, do caxiri, Bem- Querer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos arraiais, do meu HI-FI&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da morena bonita do aroma de patchully&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da morena bonita do aroma de patchully (Roraimeira – Zeca Preto)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A música, e o Trio, logo ficaram famosos na região por enaltecerem as belezas naturais, geográficas e culturais da região. Com as letras se mesclam ritmos africanos e afro-brasileiros como coco, maxixe, samba de roda, batuques e caribenhos como merengue e salsa, o que demonstra que o alicerce da região é justamente o encontro cultural de pessoas que lutam e lutaram para viver em Roraima. Em 2015, a música se torna Hino Cultural de Roraima pelo governo do estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A música e o show se tornaram nome de um movimento artístico que enaltece as diferentes culturas e a busca por identificações que são mescladas que fazem parte da região. Outro marco do movimento é o poema Cavalo Selvagem, de Eliakin Rufino:&amp;lt;blockquote&amp;gt;eu sou cavalo selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não sei o peso da sela&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não tenho freio nos beiços&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nem cabresto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
nem marca de ferro quente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não tenho crina cortada&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
não sou bicho de curral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu sou cavalo selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meu pasto é o campo sem fim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
para mim não existe cerca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sigo somente o capim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu sou cavalo selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
selvagem é minha alegria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de ser livre noite e dia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
selvagem é só apelido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meu nome é mesmo cavalo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
cavalo solto no pasto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
veloz carreira que faço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
lavrado todo atravesso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
caminhos no campo eu traço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu corro livre galope&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
transformo galope em verso&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu sou cavalo selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sou garanhão neste campo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu sou rebelde alazão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sou personagem de lendas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sou conversa nas fazendas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sou filho livre do chão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu sou cavalo selvagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
meu mundo é a imensidão (Cavalo Selvagem – Eliakin Rufino)&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o artista, a letra acima refere-se aos cavalos que foram levados à região há 225 anos, em 1789, para as fazendas reais da coroa portuguesa. Com a Proclamação da República, as fazendas e os cavalos foram abandonados o que lhes garantiu uma vida livre na região. O poema pode ser lido através do processo de colonização e liberdade, de pessoas que, mesmo diante das violências, buscam a melhor forma de viverem suas vidas em liberdade e harmonia com o meio-ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação ==&lt;br /&gt;
Assista a reportagem &amp;quot;Música regional com o Trio Roraimeira&amp;quot; - Amazon Sat: https://www.youtube.com/watch?v=A-1TiEuHH9w&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fontes ==&lt;br /&gt;
Caldeirão de culturas e valorização regional: movimento Roraimeira completa 40 anos de história - G1: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2024/08/28/caldeirao-de-culturas-e-valorizacao-regional-movimento-roraimeira-completa-40-anos-de-historia.ghtml&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ditadura militar contribuiu para genocídio dos povos indígenas - EBC: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-03/ditadura-militar-contribuiu-para-genocidio-dos-povos-indigenas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caldeirão de culturas e valorização regional: Movimento Roraimeira completa 40 anos - Portal Amazonia: https://portalamazonia.com/cultura/movimento-roraimeira-40-anos/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carolina Melo</name></author>
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